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28/02/2013

ESTATÍSTICAS - Lançado o relatório “Indicadores de Desenvolvimento Brasileiro”

 

Relatório apresenta condições de vida da população brasileira na última década

Ao final da tarde de quinta-feira, dia 7 de fevereiro, em evento no Ministério do Planejamento, foi lançada a publicação "Indicadores de Desenvolvimento Brasileiro", pelas Ministras Miriam Belchior e Tereza Campello.

O relatório apresenta um conjunto amplo de indicadores sociais que sistematizam a evolução das condições de vida da população brasileira ao longo dos anos 2000 e que caracterizariam o "modelo de Crescimento com Inclusão Social". Com base nas informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios e outras fontes foram computados indicadores para o país, grandes regiões e grupos socioeconômicos referidos a diferentes dimensões da realidade social: Renda, Desigualdade, Pobreza, Trabalho, Educação, Saúde, Serviços Urbanos e Acesso a Bens.

A elaboração do Documento "Indicadores de Desenvolvimento Brasileiro" foi coordenada pela Assessoria Econômica do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão com a participação do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Ministério da Educação, Ministério da Saúde, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

Acervo Digital do MDS

Por meio da Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação, o Ministério do Desenvolvimento Social produz e disponibiliza um conjunto amplo de publicações acerca de suas Políticas e Programas, acessíveis pela Internet, como estudos técnicos, livros com artigos de especialistas, análises do Censo Suas, relatórios e sumários de Pesquisas de Avaliação, revistas técnico-científicas (Cadernos de Estudos e Revista Brasileira de Monitoramento e Avaliação) e outros assuntos.

Acesse as publicações MDS.

 

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Indicadores de Desenvolvimento Brasileiro
Relatório do MDS - Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (2013)
[Fonte: MDS]
 
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(formato PDF - 5,27MB - 59págs - 2013)

 

Crescimento econômico com inclusão social melhora vida do país

Relatório Indicadores de Desenvolvimento Brasileiro revela que população mais pobre foi a que mais teve aumento de renda entre 2001 e 2011. Documento mostra redução expressiva da extrema pobreza e das desigualdades regionais.

A renda domiciliar per capita no Brasil - que incorpora todas as fontes de renda, incluindo transferências - passou de R$ 687 em 2003 para R$ 932 em 2011. Na Região Nordeste, a velocidade de crescimento da renda é maior, variando 2,9% ao ano entre 2001 e 2011. Estes são alguns dos resultados que constam do estudo Indicadores de Desenvolvimento Brasileiro, apresentado nesta quinta-feira (7) pelo governo federal.

A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, destacou a contribuição dos investimentos do governo federal na melhoria das condições de vida da população mais pobre. "Os últimos dez anos mudaram o Brasil. Isto não resulta apenas da estabilidade econômica, mas de uma decisão política de apostar no social, que mudou o modelo de desenvolvimento do país e refletiu em indicadores de todas as áreas."

Foto da ministra Tereza Campello durante apresentação do relatório Indicadores de Desenvolvimento Brasileiro (foto de Ana Nascimento/MDS)
Tereza Campello: "Os últimos dez anos mudaram o Brasil"

A apresentação do estudo contou também com a presença da ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, e do representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento no Brasil (Pnud), Jorge Chediek. Segundo Chediek, o país é um exemplo para o mundo. "Os dados mostram um país que tem melhorado muito, de forma expressiva. O Brasil tem virado um exemplo internacional porque o seu modelo de desenvolvimento é de triplo ganho: crescimento econômico, com melhora das condições sociais e do meio ambiente."

O relatório destaca que, em dez anos, o PIB per capita no Brasil aumentou, em média, 29%, com crescimento sustentado a partir de 2003. E a evolução da renda mensal foi maior entre a população mais pobre, o que se reflete na redução do Índice Gini, de 0,553 em 2001 para 0,5 em 2011. O Índice Gini é uma medida de concentração de renda, que compara os 20% mais ricos e os 20% mais pobres da população. Quanto mais próximo de zero for o índice, menor é a desigualdade de renda.

O documento Indicadores de Desenvolvimento Brasileiro foi elaborado sob a coordenação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, com a participação dos ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, da Educação e da Saúde e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Conquistas

Os resultados positivos na área social se somam a diversas conquistas relacionadas à geração de empregos, à educação, à saúde e ao acesso a bens e serviços. Em uma década, segundo o relatório, o país conseguiu diminuir as taxas de desemprego e de desocupação e ainda reduziu em 54% o número de crianças de 5 a 14 anos em situação de trabalho infantil. Na saúde, os números revelam aumento da expectativa de vida dos brasileiros e redução dos índices de mortalidade infantil e materna, assim como de doenças infectocontagiosas preveníveis por vacina.

Na educação, o Brasil conquistou a universalização do acesso ao ensino fundamental - 98,3% das crianças entre 6 e 14 anos estavam freqüentando a escola em 2011 - e conseguiu reduzir de 12,3% para 8,4% a taxa de analfabetismo entre brasileiros a partir dos 15 anos de idade. Também houve aumento do acesso a creches e ao ensino médio e um incremento importante na escolaridade em todas as faixas etárias.

Ascom/MDS
(61) 2030-1021
www.mds.gov.br/saladeimprensa

[Fonte: MDS - Sala de Imprensa - 07/02/2013]

 

Matérias relacionadas: (link interno)
»  Estatísticas

  

Referências: (links externos)
»  IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
»  MDS - Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
»  PNAD - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2011 (IBGE)

  

  

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